Friday, March 23, 2007

Afinal, os bons são mais do que os maus

Li uma história fantástica esta semana. Uma bookcrosser portuguesa tinha enviado um livro seu para circular em empréstimo. O livro foi parar ao Brasil e nunca mais deu sinal de vida. Não é que agora, passado muitos meses, ela o recebeu em casa, porque um brasileiro encontrou o livro num alfarrabista, leu no seu interior a etiqueta BC, viu que era de uma colecção particular, comprou-o e foi à procura da dona para o devolver?

Fez-me lembrar aquela vez em que o pai da P. estava em casa a receber vários telefonemas de um senhor que estava fora do país e queria contactar a família, para dizer que tinha chegado bem, e não conseguia, porque havia uma confusão de linhas telefónicas e a chamada ia sempre parar àquele número. Acabaram por combinar que o pai da P. ficava com o número e contactava directamente a família o senhor. Curiosamente, anos mais tarde, viemos a descobrir que o tal senhor era o futuro cunhado da P...

Enfim, a vida está cheia de coincidências e de pequenas generosidades.